terça-feira, 18 de setembro de 2012

Corpo Definido


Treino intensivo!


Dia um
Alongamento para Bíceps e peito;Quatro exercícios para peito (supino reto, supino inclinado, supino invertido e voador), sendo quatro séries de 8 a 12 repetições, com 1 minuto de intervalo;Três exercícios de bíceps (rosca, rosca alternada, rosca invertida), sendo quatro séries de 8 a 12 repetições com 1 minuto de intervalo.150 abdominais;30 minutos de exercício aeróbio (corrida, bicicleta, transport), com F.C. entre 65% e 80% da F.C.Max.
Dia dois
Alongamento para costas e tríceps;Quatro exercícios para costas, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições, com 1 minuto de intervalo;Três exercícios de tríceps, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições com 1 minuto de intervalo.150 abdominais40 minutos de exercício aeróbio, com F.C. entre 60 a 70% da F.C.Max.
Dia três
Alongamento para pernas e ombros.200 abdominais;Quatro exercícios para ombro, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições.Seis exercícios para perna, sendo cinco séries de 12 a 15 repetições.
Dia quatro
Alongamento para bíceps e peito;Quatro exercícios de peito, sendo quatro séries 8 a 12 repetições com 1 minuto de intervalo;Três exercícios de bíceps, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições com 1 minuto de intervalo;200 abdominais;20 tiros de 45 segundos na bicicleta (carga pesada) com intervalo de 1 minuto (carga leve)
Dia cinco
Alongamento para costas e tríceps;Quatro exercícios para costas, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições, com 1 minuto de intervalo;Três exercícios de tríceps, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições com 1 minuto de intervalo.200 abdominais;Corrida de 30 minutos com F.C. entre 70 e 80% da F.C.Max.
Dia seis
Alongamento para pernas e ombros.200 abdominais;Quatro exercícios para ombro, sendo quatro séries de 8 a 12 repetições.Seis exercícios para perna, sendo cinco séries de 12 a 15 repetições.




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Profissão: Biólogo


Ciências Biológicas

Biologia – Profissão, Carreira e Informações Gerais

A função do biólogo é estudar a vida em todas as suas manifestações, podendo atuar em diversos campos desde laboratórios até florestas. Conheça mais sobre a carreira em biologia.

A Profissão de Biólogo

Biologia

Habilitação:
Bacharel em Ciências Biológicas
Duração do Curso:
4 anos
Area:
Biológicas
Atributos do Profissional:
Dinamismo e Sociabilidade
Salário Médio:
R$ 2338,00
A função do biólogo é estudar a vida em todas as suas formas e manifestações. Ele pode atuar em diversos campos desde a biologia molecular trabalhando com um microscópio até pesquisa e classificação de novas espécies de plantas e animais trabalhando no meio de uma floresta.
Em sua carreira o biólogo pode optar por dois caminhos básicos: pesquisa licenciatura. Caso opte pela Pesquisa ele pode se especializar atuando no desenvolvimento de novas técnicas de biologia aplicadas a medicina, pode trabalhar no campo em pesquisa genética e também atuar no ramo de preservação ambiental.
Caso o biólogo opte pela Licenciatura, o campo de trabalho também é bem amplo, o profissional podendo atuar como professor da cadeira de Biologia em Faculdades de Medicina e também lecionando biologia em escolas de Ensino Médio e cursinhos pré-vestibular.

Especializações na Carreira de Biologia:

Na área de pesquisa entre as principais especializações da Biologia temos:
  • Biomedicina: especialização onde o profissional em biologia atua nos hospitais junto a equipe médica, prestando consultoria, analisando dados e desenvolvendo novas técnicas
  • Engenharia Biomédica: Nesta especialização o biólogo atua junto com engenheiros ajudando a desenvolver máquinas para diagnóstico e tratamento de doenças
  • Engenheia Genética: O biólogo especialista em engenharia genética, pode atuar no campo trabalhando no melhoramento genético de plantas e animais ou então em laboratórios pesquisando doenças.
  • Biotecnologia: Ramo de especialização da biologia onde o biólogo passa a atuar em pesquisas avançadas e amplas tais como celulas tronco e genoma humano.
Biologia: do Microscópio a Floresta um vasto campo de atuação

Grade Básica do Curso de Biologia:

  • Ecologia
  • Bioquímica
  • Biofísica
  • Biologia Fundamental
  • Parasitologia
  • Histologia
  • Genética Básica
  • Zoologia
  • Botânica

Pontos Positivos da Profissão de Biólogo:

O principal ponto positivo da carreira de biologia é o tamanho do campo de atuação. Do ponto de vista prático o mercado para a Biomedicina no Brasil está bastante aquecido com uma grande oferta de vagas, principalmente em laboratórios de Analises Clinicas e Hospitais Particulares. Há também uma excelente oferta de vagas bem remuneradas para licenciatura em biologia, principalmente em cursinhos.

Pontos Negativos da Carreira em Biologia:

O ponto negativo da carreira em biologia é a necessidade constante de atualização já que as ciências biologias são as ciências que mais evoluem atualmente.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Bicho-Pau


Mosca


Esta extraordinária imagem mostra uma formiga presa em uma minúscula esfera feita de água, após ser pega em uma chuva repentina. O flagra foi registrado em Queensland, Austrália, pelo fotógrafo Adam Gormley.
Enviada por Daniel Pessoa
Fonte:http://colunistas.ig.com.br/obutecodanet/

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Formigas Inovadas


Formigas de um laboratório coloridas com tinta para ajudar os pesquisadores na Universidade do Arizona a acompanhar as suas atividades.

Ants in a laboratory nest are individually marked with dabs of paint to help researchers at the University of Arizona track their activities.

Fonte: http://www.popsci.com/
Imagem: Alex Wild

"Cobra de cobre"


Cobra-Cipó Verde (Ahaetulla nasuta), encontrada em partes da Europa e principalmente na Ásia.

Green Whip Snake (Ahaetulla nasuta), found in parts of Europe and mostly Asia.

Photo: usuário Flickr ggeeta
Gallery: http://www.flickr.com/photos/24421155@N03/

Curiosidade


Aranha Joaninha (Eresus cinnaberinus*)

Nativa da Europa, apenas o macho possui um abdômen vermelho aveludado com pontos pretos, o que o faz parecer uma joaninha. A fêmea é quase totalmente preta. Estão classificadas como ameaçadas de extinção.

*O taxon "Eresus cinnaberinus" é considerado nomen dubium e os espécimes foram divididos em três espécies: E. kollari / E. sandaliatus / E. moravicus.
...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Nova dieta dos brasileiros?


Restrição calórica não prolonga expectativa de vida, mas melhora saúde



Uma dieta com restrições calóricas não aumenta a expectativa de vida, mas melhora a saúde, segundo estudo feito com macacos e publicado nesta quarta-feira, 29, na revista "Nature".

A restrição calórica é a prática de limitar a ingestão de calorias diárias entre 10% e 40% com a esperança de melhorar a saúde e retardar o envelhecimento, uma tese que estudos anteriores com roedores provaram ser correta.

A pesquisa publicada hoje, iniciada há 23 anos por um grupo de cientistas do National Institute on Aging de Baltimore (EUA), mostra que este tipo de dieta não tem a capacidade de prolongar a expectativa de vida em macacos, mas reconhece seus efeitos positivos sobre a saúde destes animais.

Os cientistas, liderados pelo biólogo espanhol Rafael de Cabo, reduziram em 30% a ingestão de calorias de macacos Rhesus (Macaca mulatta) e avaliaram os efeitos desta dieta em exemplares de diversas idades e sexo.

O estudo concluiu que a expectativa de vida dos animais (média de 27 anos) não aumentou nem entre os macacos mais velhos, entre 16 e 23 anos no momento em que iniciaram a dieta, nem entre os mais jovens, menores de 14 anos quando o experimento começou.

Por outro lado, os pesquisadores detectaram que a restrição calórica trouxe benefícios ao metabolismo dos macacos.

"Observamos uma melhora geral em parâmetros associados às doenças típicas do envelhecimento, como as enfermidades metabólicas (diabetes e obesidade), cardiovasculares e o câncer", explicou à Agência Efe o biólogo.

Os macacos que comeram 30% menos de calorias apresentaram níveis mais baixos de triglicéridios, colesterol e glicose, especialmente entre os machos, assim como uma incidência "notavelmente menor" de câncer entre os primatas mais jovens.

A pesquisa, que segundo Rafael de Cabo poderia se prolongar por mais duas décadas, terá como objetivo agora investigar os efeitos metabólicos e moleculares da restrição calórica sobre o organismo destes macacos.

"A resposta é muito parecida a outras respostas de estresse, por isso poderíamos considerar a restrição calórica como um estresse metabólico, que causa ajustes globais no organismo, e que quando se mantém por um longo período de tempo provoca benefícios profundos na saúde", explicou o biólogo.

O cientista espera além disso comparar seus resultados com os obtidos pelo Wisconsin National Primatas Research Center em uma pesquisa paralela, também levada a cabo com macacos e iniciada nos anos 80, que defende a capacidade desta dieta de prolongar a vida.

Biólogo captura


Biólogo captura o mundo de cores e formas das águas-vivas do Ártico



As águas-vivas têm um ciclo de vida curto. Em média, vivem de dois a seis meses, mas neste período dão um show de cores e formas, como mostram estas imagens capturadas por um biólogo e fotógrafo russo.

"Todo ano há mudanças, porque algumas espécies desaparecem por anos, enquanto outras apresentam uma explosão demográfica. Isto é normal, há uma dinamicidade que faz a área muito interessante de ser estudada", disse o biólogo russo Alexander Semenov à BBC Brasil.

Semenov se especializou no assunto e registrou as fases da vida destes seres que chegam a ser compostos de até 99% de água.

Ele é o chefe dos mergulhadores da estação do Mar Branco, no norte da Rússia.

As foto deste ensaio mostram desde a reprodução até ocasiões em que os celenterados têm o corpo invadido por centenas de crustáceos, que de dentro das águas-vivas, se alimentam das medusas.

Efeito Placebo


Pesquisa tenta desvendar 'efeito placebo'



Novas evidências obtidas através de um simulador virtual revelam como funciona o "efeito placebo" no corpo humano - quando, em determinadas circunstâncias, um medicamento falso pode curar uma doença como se fosse um remédio verdadeiro.

O estudo, conduzido pelo biólogo Peter Trimmer, da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, indicou que a reação se deve a uma espécie de "interruptor" presente no sistema imunológico humano e fruto da evolução, que é controlado pela mente.

A pesquisa começou quando Trimmer e sua equipe observaram que outros animais também apresentavam uma resposta similar à do efeito placebo.

Para verificar tal processo, o biólogo fez um experimento com o hamster siberiano, um roedor que possui uma resposta imunólogica a infecções maior no verão e menor no inverno.

Durante as pesquisas, Trimmer percebeu que os corpos dos roedores não combatiam as infecções tão bem quando as luzes de suas gaiolas simulavam o inverno.

Segundo Trimmer, o sistema imunológico exige muitos esforços do corpo para ser combatido. Quando o esforço é grande demais, em casos de infecções letais, homens e animais podem perder grande parte de suas reservas combatendo a doença, o que pode colocar em risco as suas vidas.

Mas quando a infecção não é letal, a melhor forma de lidar com o problema é esperar por um sinal de que não é necessário lutar contra a doença. Esse sinal pode ser um placebo - iluminação artificial, no caso dos hamsters, ou um remédio falso, no caso dos humanos.

O modelo revelou que, em ambientes hostis, os animais viviam mais e se reproduziam melhor caso suportassem as infecções sem induzir uma resposta imunológica.

Por outro lado, em ambientes mais favoráveis, foi mais fácil estimular uma resposta imunológica e a recuperação de um estado estável.

Os estudos apontam claramente uma vantagem evolutiva para iniciar e parar o sistema imunológico, dependendo das condições do ambiente.

Contexto. Trimmer explicou que, no caso dos seres humanos, também há momentos bons e ruins para ativar o sistema imunológico.

"Se a pessoa quebra o pé, normalmente coloca todo o esforço no sistema imunológico para se curar rapidamente. No entanto, se está sendo perseguida por um predador - um leão, por exemplo - é melhor não concentrar seus esforços na cura e, sim, na fuga", explicou.

"Hoje, quando os médicos oferecem um remédio, não estão preocupados só em curar a doença, mas com o ambiente em que a pessoa está inserida", acrescentou.

Esse não é, entretanto, o único mecanismo que explica o efeito placebo. A reação pode ocorrer também quando a pessoa está convencida de que tomar certo medicamento garantirá a sua cura.

Humanos com Função


Quase todo o genoma humano tem alguma função, diz pesquisa


(clique na imagem para amplia-la)

Parece que a ciência finalmente está começando a abrir a caixa-preta do genoma. Um novo olhar sobre o conjunto do DNA humano indica que ao menos 80% de seus 3 bilhões de "letras" químicas têm alguma função.

E sim, isso é surpreendente --porque, desde que o genoma humano foi soletrado pela primeira vez, há 12 anos, a impressão que ficou é que 95% dele era "DNA-lixo".

Tal tralha evolutiva não era mais usada pelo organismo para a suposta função primordial dos genes: servir de receita para a produção das proteínas que constroem o organismo (veja infográfico abaixo).

Agora, porém, um megaconsórcio de cientistas, o Encode, liderado pelo britânico Ewan Birney, diz que o "lixo" é uma ilusão.

Embora não estejam diretamente ligadas à produção de proteínas, quase todas as áreas do genoma teriam função reguladora ou serviriam de "molde" para a produção de vários tipos de RNA, outra molécula crucial para a vida.

É possível pensar nesses elementos reguladores como uma série de botões de liga e desliga, que atuam sobre o mesmo gene ou sobre genes diferentes. Mas a coisa é ainda mais complicada.

Isso porque eles não regulam apenas dois estados simples de "ligado" e "desligado". Podem fazer o mesmo gene produzir várias proteínas diferentes, por exemplo. Podem atuar um sobre o outro, potencializando ou diminuindo sua ação.

"Essas diferenças regulatórias talvez sejam as principais responsáveis por aspectos que tanto nos intrigam: existem sequências de DNA que nos fazem 'humanos'? Quais as alterações genéticas que diferenciam cada um de nós?", exemplifica Emmanuel Dias-Neto, biólogo molecular do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo.

"Todos esses aspectos, incluindo a patogênese de doenças complexas, que são a imensa maioria, são impactados por esses achados. E as doenças complexas são ainda mais complexas do que imaginávamos", diz ele.

Para Dias-Neto, os pesquisadores de hoje têm uma vantagem crucial para melhorar ainda mais essa análise: custo. Hoje, soletrar um genoma inteiro custa "só" US$ 1.000.

A revista britânica "Nature", onde o grosso dos dados está saindo hoje, numa montanha de artigos científicos, fez questão de marcar o feito com pompa. Após a conferência em Londres na qual os resultados foram anunciados, houve até a apresentação de uma "dança do DNA".

Humanos modernos


Humanos modernos foram maior ameaça a Neandertais que desastres naturais





Cinzas de erupções vulcânicas de 40.000 anos atrás em camadas invisíveis ao olho humano indicaram que a extinção do homem de neandertal se deveu mais à competição com seres humanos anatomicamente modernos do que por culpa dos efeitos nocivos de mudanças climáticas.

O homem de neandertal vivia principalmente no Oriente Médio e na Europa. Um dos mais polêmicos debates na evolução humana diz respeito ao seu fim; foram dizimados em conflitos ou pela competição por recursos com os homens modernos, se misturaram sexualmente com eles ou foram vítimas de uma erupção vulcânica?

"Durante o último estágio glacial, entre cerca de 100.000 anos atrás e 30.000 anos atrás, humanos anatomicamente modernos migraram da África para eventualmente chegar na Europa, ficando cada vez mais em contato com os neandertais que já habitavam o local", escreveram os 42 pesquisadores de instituições de oito países liderados por John Lowe, da Universidade de Londres, em artigo na revista científica americana "PNAS".

Os registros fósseis indicam que os neandertais tiveram um declínio marcante da população há cerca de 40.000 anos e tinham praticamente desaparecido dez milênios depois. O período foi marcado por grandes oscilações do clima; nos momentos mais frios, os seres humanos antigos migraram de boa parte do norte europeu.

Muitos pesquisadores consideram o clima a principal causa do fim dos neandertais. A enorme erupção vulcânica de 40.000 anos atrás lançou tanta cinza no ar, bloqueando a luz solar, que produziu um "inverno vulcânico". Estima-se que a erupção liberou entre 250 a 300 quilômetros cúbicos de cinza na atmosfera.

Lowe e colegas analisaram depósitos de cinzas conhecidos como "piroclastos" de locais variados na Europa _o que ajuda a explicar o tamanho da equipe de pesquisadores: Grécia, mar Egeu, Líbia, vários locais na Europa central. As cinzas permitem sincronizar os registros fósseis com os climáticos durante o período de transição das populações humanas na pré-história europeia.

Os resultados indicaram que os neandertais começaram a desaparecer antes da erupção e da mudança climática, e que os humanos modernos já estavam ocupando significativas áreas da Europa e Norte da África no momento da erupção.

A migração do homem anatomicamente moderno foi também associada a desenvolvimentos culturais que os neandertais nem sempre conseguiam acompanhar, como melhores ferramentas e armas de pedra, objetos rituais e, provavelmente, redes sociais que permitiam melhor coesão e cooperação no grupo.

"Nossa evidência indica que, em uma escala continental, os humanos modernos eram uma maior ameaça competitiva para as populações autóctones do que a maior erupção vulcânica conhecida na Europa, mesmo que combinada com os efeitos combinados do esfriamento climático", escreveram Lowe e sua equipe na "PNAS".

Deserto

País tem mais de um milhão de quilômetros quadrados suscetíveis ao processo de desertificação



Segundo dados do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, aproximadamente 1,3 milhão de quilômetros quadrados do território brasileiro correm risco de se transformar em deserto. A área suscetível ao processo de desertificação envolve 1.488 municípios em nove Estados da Região Semiárida do Nordeste brasileiro, norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, este fenômeno é "a degradação da terra nas regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultante de vários fatores, entre eles as variações climáticas e as atividades humanas". A desertificação é um processo em que o solo de determinados lugares fica cada vez mais estéril. Isso quer dizer que a terra perde seus nutrientes e a capacidade de fazer nascer qualquer tipo de vegetação.

De acordo com o coordenador da Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA), Naidison Batista, a lógica do agronegócio, baseada na monocultura e no uso de agrotóxicos, contribui em grande parte para a degradação do solo, mas alertou que toda a humanidade é responsável por tentar conter esse processo. Para ele, a conscientização dos agricultores sobre manejo adequado da terra somada à difusão de tecnologias adaptadas ao Semiárido são elementos fundamentais para combater o processo de desertificação no país. Batista defende o uso das técnicas agroecológicas no combate e prevenção à desertificação: "O enfrentamento desse processo tem que ser feito por meio da prevenção e não remediando [o problema]. E nessa luta, a aplicação das práticas da agroecologia são fundamentais, porque elas preconizam o cuidado com a terra, a compreensão de que é preciso usufruir dela sem esgotá-la, sem objetivar apenas o lucro".

Após acompanhar o processo de degradação de sua propriedade de aproximadamente dois hectares, a pequena agricultora paraibana Angineide de Macedo, conheceu, com a ajuda de uma organização não governamental local, os benefícios do cultivo do nim indiano. A planta, que tem crescimento rápido e atinge uma altura de oito metros em três anos, ajudou a reverter as consequências da desertificação no local e a salvar a plantação de ervas medicinais que, segundo a agricultora, estava bastante prejudicada. "As plantas não resistiam muito, porque o sol castigava e elas morriam. Agora, com o nim, elas têm sombra e ficam protegidas do vento. As crianças também melhoraram, porque agora têm sombra para brincar e não ficam tão doentes com a poeira", contou ela, que também planta em sua propriedade hortaliças e legumes.

Segundo Batista, já existem muitas tecnologias sendo usadas no Semiárido e com resultados positivos. Uma delas, o Programa Um Milhão de Cisternas, implementado pela ASA, em parceria com o governo federal, agências de cooperação e empresas privadas, permite captar água da chuva para consumo humano por meio de cisternas de placas de cimento. A infraestrutura, com capacidade para 16 bilhões de litros de água, já está presente nas casas de aproximadamente 600 mil famílias.

O presidente do Comitê Científico das Nações Unidas para Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos de Secas (UNCCD), Antônio Rocha Magalhães, destacou que no Brasil o processo de desertificação atinge várias regiões principalmente do Nordeste. Os chamados núcleos de desertificação, onde a situação de degradação é mais crítica, são: Seridó, no Rio Grande do Norte, na divisa com a Paraíba; Irauçuba, no Ceará; Gilbués, no Piauí; e Cabrobó, em Pernambuco.

Vestibular 2013


Inscrições - Vestibular 2013



Inscrições IFBA 2013

Prazo termina dia 23 de setembro






Cientistas Famosos


Cientistas que entraram para a história

Não é necessário ser cientista para querer entender como e por que os fenômenos ocorrem. A busca de compreensão do mundo é derivada basicamente da curiosidade humana.
Albert Einstein, um dos maiores cientistas de todos os tempos, dizia que a formulação de problemas é, em muito casos, mais importânte que a própria solução. Solucionar um problema, segundo Einstein, pode ser apenas uma questão de habilidade matemática ou de realizar experimentos.
Entretanto, propor novos problemas e encarar os velhos problemas sob um novo ponto de vista requer imaginação criadora, e é isso que promove o progresso da ciência.
Agora vamos ver um pouco mais sobre a vida de alguns grandes cientistas.


Curiosidades


CURIOSIDADES
Nesta seção você encontrará diversas curiosidades biológicas. Escolha o assunto desejado para ver as explicações.
O que é a gripe suína?
Contaminação, Sintomas, Diagnóstico, Imunização, Porque a gripe suína mata? Como eu posso fazer para me prevenir da gripe?...mais
Os porquês do nosso corpo
Por que perdemos os dentes de leite? Até que idade crescemos? Como ficamos velhos? Por que nossos dentes não têm a mesma forma? ...mais
Os porquês dos animais
É verdade que os gatos enxergam à noite? Por que as formigas se deslocam em fila indiana? Porque devemos espantar as moscas? Porque as baratas são tão desagradáveis? Os papagaios falam de verdade? ...mais
Curiosidades do reino animal
O maior, o mais pesado, o mais longo, os mais antigos, o mais barulhento, os mais fortes, os mais venenosos, olfato mais aguçado. ...mais
Outras curiosidades
Susto pode curar o soluço? Como acontece o reflexo da tosse? Como acontece o reflexo do espirro? Porque é impossível espirrar de olhos abertos? ...mais
Créditos de carbono
O que são e como comprar créditos de carbono. Conheça também os mecanismos de flexibilização. ...mais

Onicofagia


O que é onicofagia?
onicofagia é o singular de hábito de roer unhas, é um dos hábitos mais comuns em que vemos em, crianças, jovens e adultos.
O hábito e a necessidade de roer ou até mesmo de comer as unhas, está ligado a um estado de psico-emocional de ansiedade ou seja, considerado como reflexo de desajustes emocionais.
incidência diminui após os 16 anos de idade. Portanto, considerado normal entre as idades de 4 a 18 anos, devido a sua alta prevalência nesta faixa etária.
A causa do hábito ainda não se sabe. Porém, pessoas que roem unhas têm mais ansiedade do que aqueles que não têm a onicofagia, nenhuma diferença significativa em relacionar a onicofagia à ansiedade. Outros citam a tendência familiar devido, provavelmente, ao ato de imitação.
 

As conseqüências

O hábito de roer unhas pode provocar sérios problemas. Roer as unhas produz ferimentos que servem de porta de entrada para vírus como o HPV, causador de verrugas na pele.
Quem engole pedaços de unhas pode ter pequenas lesões no estômago ou no intestino. Um outro fator é, as mãos podem estar sujas e a pessoa acaba ingerindo germes.
Tratamento

De modo geral, a onicofagia não é um caso de se preocupar e, se não estimulado, com o tempo desaparece. Embora, se estiver associado a outros problemas, o quadro é mais complexo e precisará de ajuda especializada.
Veja alguns exemplos que ajudará a controlar a onicofagia:
  • Manter as unhas bem cortadas, evitando que as pontas mal aparadas sirvam de tentação para os roedores.
  • Mordedor de borrachas (Principalmente quando está assistindo filme, jogos, novelas, ect.)
  • Chicletes sem açúcar
  • Ocupar as mãos do indivíduo com atividades (trabalhos manuais ou instrumentos).
  • Sabe qual é o significado da palavra Onicofagia? Calma, é apenas o nome dado há quem tem o hábito diário de roer unhas. Que por mais simples que pareça podem trazer tanto problemas estéticos, como outros problemas á saúde.
  • Geralmente a causa pela Onicofagia é por causa de estresse, ansiedade, ou até mesmo por uma mania. Mas que precisa parar de acontecer. No começo você nem percebe, mas vai criando um hábito que pode afetar seu organismo, dentes entre outras coisas.
  • A melhor coisa a fazer é procurar um médico, pois há vários tipos de tratamentos, seja a base de medicamentos ou então de terapias. E em um pouco tempo começa a desaparecer. Lembre-se que esse é um problema freqüente independentemente da idade, mas tenha precaução.

Plásticos biodegradável


Plástico biodegradável é a solução?

Os artigos feitos de plásticos, desde as terríveis sacolas de compras e sacos de lixo, até garrafas, canetas, copos, etc., são considerados poluidores e contaminadores de rios, lagos, oceanos e praias.
 

A reciclagem e a conscientização nunca serão suficientes para deter essa poluição que alcança níveis alarmantes.
A solução está na fabricação em larga escala desses materiais com plástico biodegradável e leis severas que proíbam a fabricação do plástico poluidor, principalmente as sacolas de compras e sacos de lixo. 
Além de toda a praticidade e diversidade de uso que proporciona, o plástico agora pode ser ambientalmente correto. Sacolas de compras para supermercados, sacos de lixo, canetas, pratos, talheres, copos, cobertura para fraldas, vasos de plantas, garrafas e frascos em PET, além de muitos outros tipos de embalagens, podem ganhar características de degradabilidade, biodegradabilidade, compostabilidade e/ou hidrossolubilidade se produzidos a partir de aditivos inertes ou matérias primas de origem vegetal. 
Felizmente já existe no Brasil uma empresa que importa com exclusividade a matéria prima para a produção do plástico degradável.
A RES Brasil e uma empresa de representação, distribuição e licenciamento industrial sediada no município de Cajamar, Estado de São Paulo.

A empresa fornece às fábricas de plásticos aditivos que, adicionados aos plásticos comuns, tornam o produto final naturalmente degradável. Portanto, a matéria prima é no mínimo 97% nacional no caso dos produtos aditivados. O aditivo representa no máximo apenas 3% do material, o que não prejudica as empresas locais.
Em outros casos, a empresa distribui a matéria prima de origem vegetal (biopolímeros) para a fabricação de artigos biodegradáveis, compostáveis. Outros produtos podem ser ainda solúveis em água. Dessa forma, são rapidamente absorvidos na natureza e m certos casos podem até servir de adubo e alimentação animal, eliminando o descarte em aterros sanitários (onde levam até 100 anos para se decompor) e deixando de poluir rios, lagos e oceanos.
Os produtos de plástico "verde", longe de ser apenas um ideal, já estão em plena fabricação no Brasil. Cerca de 600 toneladas de embalagens plásticas com este conceito já foram fabricadas e distribuídas no Brasil desde outubro de 2003.

Explicando de maneira simplificada a ação do aditivo, este reduz o tamanho e o peso das cadeias moleculares do plástico comum e fragiliza as ligações entre as moléculas de carbono e hidrogênio que formam o plástico, fazendo com que o material comece a se degradar sob condições comuns existentes no meio ambiente ao ser descartado para o lixo. Posteriormente à degradação, os pequenos fragmentos resultantes virão a ser mais facilmente digeridos pelas bactérias e fungos existentes na natureza.
O tempo de decomposição, também pode ser regulado de acordo com a finalidade do produto. Essas propriedades não alteram nenhuma das características originais e desejáveis do plástico comum.
Uma vez quebradas as ligações entre os átomos de carbono e hidrogênio existentes no plástico aditivado, estes átomos se ligarão aos átomos de oxigênio existentes na atmosfera, resultando em dióxido de carbono (CO2) e água, as mesmas substâncias que os seres vivos exalam durante a respiração .

Custos 
Apesar de representar um pequeno aumento de custo em relação ao plástico comum, a versão aditivada ainda tem preço menor do que o papel, opção utilizada na confecção de sacolas por empresas que dão preferência ao material por ele ser 100% orgânico. Apesar de ecologicamente viável, o papel é mais caro porque é uma matéria prima renovável.
Com uma provável boa receptividade do mercado, em tempos "ecologicamente corretos e ambientalmente exigentes", a expectativa é que os produtos de plástico biodegradável tenham seu custo reduzido. 
 

100% orgânico
Além do aditivo que fragiliza as moléculas do plástico comum, feitos com polietileno , polipropileno, BOPP, PET, PS, entre outros, a RES Brasil trouxe para o Brasil resinas de amido feitas principalmente de mandioca, milho ou batata (não transgênicas), que resultam em um plástico 100% orgânico.

O filme resultante se deteriora pela ação de microorganismos em contato com o solo, em contato com resíduos orgânicos e em ambientes de compostagem e de aterros sanitários, os chamados lixões, em um período de 40 a 120 dias, se transformando em um composto orgânico que pode ser usado como humus na adubação.

Outra matéria prima representada pela empresa é destinada à fabricação de plástico hidrossolúvel, à base de álcool polivinílico que se desmancha em contato com a água sem deixar resíduos tóxicos ou nocivos. A principal aplicação desse material é no envase de detergentes, desinfetantes e saponáceos em pó que podem ser jogados diretamente na máquina de lavar roupa ou louça e no vaso sanitário. 

Poluindo


A poluição do ar e a nossa saúde
Como já vimos, a camada de ar que fica em contato com a superfície da Terra recebe o nome detroposfera que tem uma espessura entre 8 e 16 km. Devido aos fatores naturais, tais como as erupções vulcânicas, o relevo, a vegetação, os oceanos, os rios e aos fatores humanos como as indústrias, as cidades, a agricultura e o próprio homem, o ar sofre, até uma altura de 3 km, influências nas suas características básicas.
Todas as camadas que constituem nossa atmosfera possuem características próprias e importantes para a proteção da terra. Acima dos 25 km, por exemplo, existe uma concentração de ozônio (O3) que funciona como um filtro, impedindo a passagem de algumas radiações prejudiciais à vida. Os raios ultravioletas que em grandes quantidades poderiam eliminar a vida são, em boa parte, filtrados por estacamada de ozônio. A parcela dos raios ultravioletas que chegam a terra é benéfica tanto para a eliminação de bactérias como na prevenção de doenças. Nosso ar atmosférico não foi sempre assim como é hoje, apresentou variações através dos tempos. Provavelmente o ar que envolvia a Terra, primitivamente, era formado de gás metano (CH4), amônia (NH3), vapor d’água e hidrogênio (H2). Com o aparecimento dos seres vivos, principalmente os vegetais, a atmosfera foi sendo modificada. Atualmente, como já sabemos, o ar é formado de aproximadamente 78% de nitrogênio (N2), 21% de oxigênio, 0,03% de gás carbônico (CO2) e ainda gases nobres e vapor de água. Esta composição apresenta variações de acordo com a altitude.

Fatores que provocam alterações no ar

A alteração na constituição química do ar através dos tempos indica que o ar continua se modificando na medida em que o homem promove alterações no meio ambiente. Até agora esta mistura gasosa e transparente tem permitido a filtragem dos raios solares e a retenção do calor, fundamentais à vida. Pode-se dizer, no entanto, que a vida na Terra depende da conservação e até da melhoria das características atuais do ar.

Os principais fatores que têm contribuído para provocar alterações no ar são:
  • A poluição atmosférica pelas indústrias, que em algumas regiões já tem provocado a diminuição da transparência do ar;
  • aumento do número de aviões supersônicos que, por voarem em grandes altitudes, alteram a camada de ozônio;
  • os desmatamentos, que diminuindo as áreas verdes causam uma diminuição na produção de oxigênio;
  • as explosões atômicas experimentais, que liberam na atmosfera grande quantidade de gases, de resíduos sólidos e de energia;
  • os automóveis e indústrias, que consomem oxigênio e liberam grandes quantidades de monóxido de carbono (CO) e dióxido de carbono (CO2).
Todos estes fatores, quando associados, colocam em risco o equilíbrio total do planeta, podendo provocar entre outros fenômenos, o chamado efeito estufa, que pode provocar um sério aumento da temperatura da terra, o que levará a graves conseqüências.

O Efeito Estufa
Graças ao efeito estufa, a temperatura da Terra se mantém, em média, em torno de 15ºC, o que é favorável à vida no planeta. Sem esse aquecimento nosso planeta seria muito frio.
O nome estufa tem origem nas estufas de vidro, em que se cultivam certas plantas, e a luz do Sol atravessa o vidro aquecendo o interior do ambiente. Apenas parte do calor consegue atravessar o vidro, saindo da estufa. De modo semelhante ao vidro da estufa, a atmosfera deixa passar raios de Sol que aquecem a Terra. Uma parte desse calor volta e escapa para o espaço, atravessando a atmosfera, enquanto outra parte é absorvida por gases atmosféricos (como o gás carbônico) e volta para a Terra, mantendo-a aquecida.
No entanto desde o surgimento das primeiras indústrias, no século XVIII, tem aumentado a quantidade de gás carbônico liberado para a atmosfera.
A atmosfera fica saturada com esse tipo de gás, que provoca o agravamento do efeito estufa. Cientistas e ambientalistas têm alertado para esse fenômeno que parece ser a principal causa do aquecimento global.
Observe abaixo um esquema do efeito estufa.
  • O gás carbônico e outros gases permitem a passagem da luz do Sol, mas retêm o calor por ele gerado.
  • A queima de combustíveis fosseis e outros processos provocam acúmulo de gás carbônico no ar, aumentando o efeito estufa.
  • Por meio da fotossíntese de plantas e algas, ocorre a remoção de parte do gás carbônico do ar.